
Femmes et Changements, Women in Development Europe
Femmes et Changements, France responsible for publications. Member of the Steering Group.
Wide (Woman in Development Europe): Trade representative, member of the S.G.
Member of the "Informal Group Women Working Group" (IWWG) on the World Trade Organisation (WTO) and member of the French Coalition against the Multilateral Agreement on Investments (MAI).
"Porta-Parole" (president!) of the
Alliance Paysans, Ecologistes, Consomateurs (smal produccions, ecologists,
consumers.)
Anna-Rosa Martínez i
Prat, GRAIN
Anna-Rosa Martínez i Prat es investigadora de Genetic Resources Action International (GRAIN). Su dirección de contacto es:
GRAIN
Girona 25, pral.
08010 Barcelona
España
Tel: (34 3) 301 13 81
Fax: (34 3) 301 16 27
e-mail: grain@bcn.servicom.es
Economista especializando en cuestiones
de desarrollo y economía internacional. Profesor de la Unniversidad
del País Vasco Titular Interino. Libros recientes en castellano:
El incendio frio: ensayos sobre
el hambre y la alimentación en el mundo (Icaria 1994)
Cién imágenes de un
mundo desigual (Intermon 1999)
Nacido en otra parte: un ensayo
sobre la migración internacional, el desarrollo y la equidad (Hegoa
1998)
1. APRESENTAÇÃO:
A UNAC é uma Associação
de Camponeses, de âmbito nacional e sem fins lucrativos, criada por
Camponeses para a defesa e promoção dos seus próprios
interesses. A ideia de criar uma «União Nacional de Camponeses»
nasceu dos próprios Cooperativistas e Associados dos diversos pontos
do País.
2. SURGIMENTO:
Foi a partir da experiência/prática
de cooperativismo/ associativismo que surgiu o embrião da UNAC-União
Nacional de Camponeses; cuja ideia de criação nasceu em 1987
num seminário promovido pela UGC-União Geral das Cooperativas
Agro-Pecuárias de Maputo e que contou com a participação
de delegados cooperativistas de todo o País. Após este
seminário, ela iniciou as suas actividades, na altura ainda como
Núcleo de Apoio às Cooperativas do País e seis anos
mais tarde, depois de actividades e experiências, realizou em Abril
de 1993 a sua Assembleia Constitutiva na qual são aprovados os Estatutos
e o Programa e em 1994 é-lhe conferida personalidade jurídica.
3. OBJECTIVOS:
A UNAC tem como objectivos:
a) Contribuir para o reforço
e desenvolvimento do movimento cooperativo e de outras organizações
de Camponeses;
b) Promover, desenvolver e
difundir técnicas que permitam uma maior rentabilidade da actividade
produtiva dos seus membros;
c) Promover acções
de formação, reciclagem e aperfeiçoamento dos seus
membros;
d) Promover o desenvolvimento
da actividade agro-industrial e de comercialização de factores
de produção e de produtos agro-pecuários directamente
geridas pelos produtores;
e) Representar e defender
os interesses económicos e sociais dos seus membros perante o Estado
e as Instituições públicas e privadas, nacionais e
estrangeiras;
f) Prestar serviços
de consultoria e auditoria multidisciplinar aos seus membros e pessoas
interessadas;
g) Promover acções
de cooperação com outras Organizações similares
do País ou do estrangeiro.
4. ESTRATÉGIA DE
TRABALHO:
No cumprimento dos Objectivos
definidos pelos Estatutos e pelo Programa e com base nas preocupações
dos Camponeses a cada momento, a UNAC tem desenvolvido com prioridade
as seguintes actividades:
=» Elaboração
e Implementação de Projectos: Agro-Pecuários, Micro-Industriais,
Comerciais, de Apoio ao Reassentamento e Consolidação
das Populações, nas zonas outrora atingidas sériamente
pelos efeitos destruidores da guerra recentemente terminada no País
e de Promoção da Segurança Alimentar;
=» Promoção
de Cursos de Formação e de reciclagens para a capacitação
em matérias de Gestão e Organização, Agricultura,
Pecuária, Avicultura, Liderança e Participação,
Contabilidade básica e Cooperativismo/ Associativismo;
=» Desenvolvimento de
Programas de Educação Cívica e de Advocacia em diversas
matérias de interesse, com destaque para os Direitos Constitucionais
e Questões de Género;
=» Acções
de Advocacia e Lobby para defesa das terras dos Camponeses e participação
activa na elaboração de uma legislação que
defenda o direito à terra e à legitimidade da posse desta
pelos Camponeses, acção que passa pela Legalização
das Terras destes e de suas Organizações;
=» Apoio à formação
de Organizações Camponesas (Cooperativas, Associações
e Uniões);
=» Consciêncialização
de Camponeses no espírito de Associativismo e Cooperativismo.
No âmbito da realização das actividades inerentes à vocação da UNAC, com o fim da guerra, conseguiu abrangir algumas das zonas mais afectadas e de difícil acesso durante o conflito armado, ajudando a reinserção social dos Camponeses e da População em geral.
5. PESSOAL:
A UNAC tem actualmente 15
trabalhadores permanentes.
6. COBERTURA GEOGRÁFICA:
Todo o território nacional.
7. AMPLITUDE:
A UNAC conta com 3 Uniões
Provinciais, 1 Comissão Provincial, 2 Uniões Gerais, 60 Uniões
Distritais ou Zonais, 900 Associações e Cooperativas, com
um total de cerca de 50.000 Membros. As Associações e Cooperativas
exploram uma área de cerca de 41.000 Hectares.
8. ENDEREÇO:
Rua Valentim Siti nº
39 - R/C.
Caixa Postal nº 4488
Telefone nº 306737 /
430229. Fax nº 306738
Maputo - Moçambique.
9. PESSOAS DE CONTACTO:
- Celina Cossa - Presidente
- Renaldo Chingore João
- Vice-Presidente.
- Ismael Ossemane - Coordenador
Executivo.
Ponente: Celina Casso
Filha de mãe camponesa e
de pai estivador portuário, Celina Cossa nasceu em Maputo, no hospital
da Missão Suiça, hoje Hospital do Chamanculo, em 17 de Agosto
de1954.
Cresceu no Bairro do Jardim onde
frequentou a Escola Primária do Bairro do Jardim.
Em 1967 foi monitora escolar e em
1968 frequentou o curso de Professores primários da Missão
de S. José, em cuja Escola Primária leccionou durante três
anos.
É casada, mãe de 6
filhos, cinco rapazes e uma menina e tem dois netos.
A partir de 1972 até 1975
passou a administrar a estofaria de seu marido que, entretanto, fora convocado
para prestar serviço militar obrigatório.
Em 1975 trabalhou na machamba (propriedade
agrícola) de um agricultor português em Tsalala,com tarefas
administrativas e de controle de produção.
A partir de 1975 dedicou-se á
administração das terras de sua avó materna e á
comercialização da sua produção,constituída
principalmente por batata doce,abóbora,milho,amendoim,patos,galinhas
e porcos.
Além de ter um banca
no bazar (Mercado), dedicava-se também ao comércio informal.
A partir dessa altura participava
também, activamente nos trabalhos das machambas colectivas.
Em fins de 1980, com a criação
da campanha das Zonas Verdes, começa a tomar forma o movimento
cooperativo, a que aderiu desde o início, participando na criação
e nas tarefas produtivas da Cooperativa Agostinho Neto , no Bairro
das Mahotas. Em breve foi seleccionada para a alfabetizadora e colaboradora
da presidente da cooperativa.
Em 1981 foi seleccionada para trabalhar
ao lado dos técnicos do Departamento de Apoio ás Cooperativas
do Gabinete das Zonas Verdes. Trabalhou como caixa, armazenista e coordenadora
de actividades diversas da estrutura embrionária então designada
Cooperativas Polivalentes da Cidade de Maputo.
Em 1981, quando da constituição
da União Geral das Cooperativas Agro-Pecuárias da Maputo,
foi eleita Presidente, cargo para que foi reeleita sucessivamente, sendo
o presente mandato de Junho de 1997 a Junho de 2000.
Em 1986 frequentou durante dois
meses cursos de Planificação e Administração
Cooperativa no CEDPA em Washington, EUA.
Frequentou também vários
cursos, seminários e conferências na área da gestão
no Centro de Formação da UGC.
Frequentou ainda um curso de Administração
na PROFORGE, instituição de formação ligada
ao Ministério da Agricultura.
Proferiu inúmeras palestras
no Zimbabwe, Tanzania, Lesotho, Botswana, Kenya, Checoslováquia,
Suécia, Alemanha, Inglaterra e EUA (Washington, New York, Oklahoma,
Maryland, etc.).
Em Moçambique tem participado
activamente em todos os foros de discussão dos problemas da agricultura,
da situação dos camponeses, do movimento cooperativo, da
Lei das terras e da condição da mulher.
Em 1987 foi designada responsável
pelo Núcleo Organizativo do Movimento Nacional dos Camponeses e
em 1993, embora não fosse candidata, foi eleita, pelos delegados
à conferência Constitutiva , Presidente da União Nacional
de Camponeses UNAC.
Em 1995 participou em Madrid na
conferência Internacional Europa e África
Austral-Definindo uma nova relação,
onde apresentou a experiência da UGC no quadro da Democracia e Desenvolvimento
sustentável em Moçambique.
Papel da Cooperação
Europeia.
Em 1998 foi graduada com o prémio
África de Liderança no Combate Sustentável Contra
a Fome.
Divide a sua actividade diária
pelas tarefas de gestão administrativa na sede da UGC e a gestão
directa no campo, onde passa a maior parte do tempo, incluindo os fins
de semana.
La central de cooperativas El Ceibo
Ltda. es una organización que coordina 36 cooperativas agrícolas
productoras de cacao en la región del Atto Beni (Bolivia). Los objetivos
de la organización es comercializar el cacao producido en el Alto
Beni, industrializar y comercializar la materia prima en el mercado intrno
y externo, dar asistencia técnica a los productores de cacao de
la zona y capacitar a los socios en temas de administración, contabilidad
y otros menesteres.
Desde hace varios años la
coordinadora de cooperativas exporta cacao en polvo al mercado solidario
y desde 1997 comercializa tambien cacao procedente de cultivo biológico.
Actualmente EL CEIBO comercializa el 70% en calidad biológico al
mercado europeo, la mayor parte en productos industrilizados y en materia
prima (cacao en grano). En los últimos años se observa
la tendencia de incrementar la demanda interna de este alimento, especialmente
cacao en polvo, por ser un producto natural, nacional y de alto contenido
en grasa.
Saturnino Mamami Patzi.
Boliviano, 47 años. Miembro
del Consejo de Administración del EL CEIBO
Agricultor del Alto Beni y miembro
de la cooperativa de base Santa Martha Ltda.
Ha desenpeñado dos funciones
diferentes dentro del Consejo de Administración del EL Ceibo: responsable
de contabilidad y gerente de comercialización. En la actualidad
es el responsable de Tesorería de la organización.
Proyecto de la Fundación ADSIS.
Importadora y distribuidora de productos de Comercio Justo. Ubaldo González
es director de Equimercado. Sede central en Navarra.
Francisco Fernandez Buey es catedrático de Historia de las Ideas en la Facultad de Humanidades de la Universidad Pompeu Fabra. Ha sido profesor de "Filosofía de las Ciencias Sociales" y de "Historia de la Ciencia" en Valladolid y Barcelona. En los últimos años ha intervenido en varios congresos sobre ciencia yética. Sobre estos temas ha publicado:
La ilusión del método. Ideas para un racionalismo bien temperado.Barcelona, Crítica, 1991
"En paz con la naturaleza: ética y ecología", en AA.VV. Genes en el laboratorio y en la fábrica. Madrid, Trotta, 1998.
En la actualidad trabaja en un libro
sobre la relación entre cultura científica y cultura humanística.
GRAIN es una ONG internacional con sede en Barcelona. GRAIN promueve el manejo y uso sostenible de la diversidad biológica agrícola con base en control ejercido por las poblaciones sobre los recursos genéticos y el conocimineto local, con especial énfasis en los países en desarrollo. En nuestra opinión, permitir patentar la vida va en contra de este importante objetivo, ya que socava el control por parte de los pueblos sobre sus recursos y sustento. Patentar la vida es piratear los sistemas de conocimiento colectivo de las comunidades locales en todo el mundo.
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Henk Hobbelink es ingeniero agrónomo holandés. Fundó GRAIN el año 1991 y desde entonces es el coordinador. Es autor de Biotechnology and the Future of World Agriculture y coeditor de la revista Seedling.
Anna Rosa Martínez i Prat
es bióloga y nacida en Barcelona. Durante tres años fue responsable
de la campaña de pesca de gran altura de Greenpeace España.
Desde 1995 trabaja en GRAIN y es coeditora de la revista Seedling.
Se fundó en 1987 como una
organización especializada independiente y dedicada a desarrollar
los recursos acuiferos y medioambientales; para asegurar la accesibilidad
del público a los suministros de agua y adecuadas condiciones sanitarias;
para desarrollar un sistema de información de aguas en Palestina.
PHG es la organización profesional
más antigua en la zona Oeste de la franja de gaza. Está
compuesta por 24 profesionales. Veinte de ellos son hidrólogos y
cuatro administradores. La representación femenina es de siete personas
que comparten las mismas responsabilidades que los hombres, tanto en el
trabajo administrativo como en el trabajo de campo.
Su objetivo principal es mejorar
la situación socio-económica de las zonas rurales en la parte
norte de la Zona Oeste. Se hace especial hincapié en mejorar el
papel de las mujeres en la sociedad.
Licenciada en geografía por la Universidad de Sheffield (Inglaterra), Masters en planificación rural y regional por la Universidad de Aberdeen (Escocia) y doctora en geografía por la Universidad Autónoma de Madrid. Lleva diez años trabajando en Euskal Herriko Nekazarien Elkartasuna (Unión de Agricultores y Ganaderos Vascos), como responsable de cuestiones agro-ambientales, forestales y de ingeniería genética. Sus publicaciones versan sobre las mismas cuestiones.
Integrante de EHNE, sindicato agrario vasco independiente, creado al final del franquismo y con ámbito de actuación en Hego Euskal Herria (Navarra y CAPV). Representa a agricultores y ganaderos familiares y es miembro de la COAG (Coordinadora de Organizaciones de Agricultores y Ganaderos) a nivel del Estado Español y la CPE (Coordinadora Europea de Campesin@s) a nivel Europeo. EHNE lo constituye cuatro sindicatos provinciales en una Federación. EHNE defiende una agricultura familiar con dignas condiciones de trabajo, ambientalmente sustentable, productor de alimentos de calidad y solidario con la población agraria de otros pueblos.
Maria Inés Amoroso: Licenciada en Ciencias Políticas por la FLACSO (Ecuador), Máster en Estudios Medioambientales por la Universidad de Barcelona. Miembro de Acció Ecologista.
Anna Bosch: Licenciada en Geografía i Historia por la Universidad Autónoma de Barcelona, Màster en Estudios de las Mujeres por la Universidad de Barcelona. Miembro del Col·lectiu Giulia Adinolfi.
Ambas participaron activamente en
el colectivo Las Petras (que ahora no existe) y trabajan temas de Población,
Ecofeminismo y Ecología Urbana, participando en cursos, seminarios
y conferencias, y publicando artículos en revistas feministas i
ecologistas.
En noviembre de 1.975 el profesor Theodore Shanin, director de Departamento de Sociología de la Universidad de Manchester, organizo en la misma una reunión de especialistas sobre el campesinado. El objetivo era crear un instituto internacional con sede central en Oxford y con ramas regionales en cada uno de los continentes que permitieran una investigación sistemática sobre el enfoque interdisciplinario que, comenzaba a identificarse como la nueva tradición de los Estudios Campesinos.
A aquella iniciativa se le dio el nombre de International Working Party for Peasant Studies.
La Universidad de Córdoba fue propuesta allí como la posible rama regional mediterránea. Aunque el proyecto global fracasó, al truncarse la vía de financiación adoptada, el apoyo de Alberto Losada, entonces Vicerrector de la Universidad de Córdoba, saco adelante la creación del instituto de investigación cordobés en tales temas. Creándose en 1.978 el Instituto de Sociología y Estudios Campesinos.
Hasta 1.989, en que la Escuela Técnica
Superior de Ingenieros Agrónomos adjudicó un local propio
al Instituto, éste funcionó mediante el apoyo de distintas
unidades docentes. Cuanto sigue pretende dar información, aunque
somera, sobre el marco legal, la docencia y la investigación en
el presente y el pasado. En lo que al presente se refiere consideraremos
en primer lugar el Programa de Doctorado, en la Universidad de Córdoba,
y el Máster por investigación, en la Universidad Internacional
de Andalucía. Se articula la docencia con tesis doctorales, los
trabajos de investigación de los alumnos del Máster, y los
proyectos investigadores del ISEC actualmente en marcha.
Probablemente hay muchas causas detrás de la pobreza y además estas causas interactúan entre sí: la falta de acceso a la educación o la salud, la conculcación de derechos humanos y políticos, la situación desigual de las mujeres, todas castigan a las poblaciones del Sur. Pero detrás de la falta de capacidad de gobernar uno su propia vida suele haber siempre una fuerte carencia de ingresos.
Las relaciones económicas internacionales desiguales entre Norte y Sur perpetúan la pobreza y la opulencia comparativas; la brecha es cada vez mayor.
Interpretando INTERMÓN esta situación como causa estructural de la pobreza de las poblaciones del Sur, decide iniciar una actividad de Comercio Justo a mediados del año 94.
LÍNEAS DE TRABAJO
En estos pocos años de trabajo
en Comercio Justo, hemos intentado profundizar en:
- COMERCIALIZACIÓN:
- Enfoque profesional: porque entendemos
que es necesario para salir adelante.
- Crecimiento: que nos ha permitido
multiplicar las ventas por 5 en cuatro años y llegar cada año
a unos 40.000 consumidores.
- MEJORA DEL TRABAJO CON PRODUCTORES:
- Incrementando el volumen de compras
a cada grupo productor.
- Incrementando las compras realizadas
a cada grupo.
- Pagando mayores anticipos.
- DESARROLLO DE CAMPAÑAS:
- Campaña bianual sobre Comercio
Justo - consumo responsable.
- Campaña contra la reducción
del contenido del cacao en el chocolate.
- Coordinación de la Marcha
Mundial contra la explotación laboral infantil.
El Comercio Justo es una alternativa al comercio convencional que permite a ciudadan@s ejercer un consumo responsable. No obstante su alcance es limitado. Nunca sustituirá al gran mercado internacional.
En cambio el Comercio Justo es una
poderosa herramienta crítica. Moviliza ciudadanos consumidores
que tienen capacidad de votar cuando llenan su cesta de la compra.
El futuro: ¿debe el movimiento
de Comercio Justo volver su mirada a las empresas?; ¿serán
éstas quienes cambien sus pautas de actuación?; ¿tienen
los consumidores poder para conseguir esto?.
Colabora con Aedenat y otros grupos
de la antigua CODA (hoy Ecologistas en Acción) desde hace 25 años,
iniciando su actividad en este campo en campañas contra el monocultivo
de eucalipto en zonas de bosque mediterráneo del sur peninsular.
Es miembra de Ecoropa (Ecologica Europea), y ha representado al movimiento
ecologista español en el grupo de trabajo de Agricultura y Medio
Ambiente de la Oficina Europea del Medio Ambiente, y recientemente en la
Red Europea de Ingeniería Genética (Genet).
Vive en un pueblo porque le gusta,
y es Secretaria General de una asociación de mujeres rurales en
Cantabria. Es ama de casa a media jornada, albañila, jardinera
y pintora de brocha gorda si hace falta.
Le gustan las patatas bravas con
salsa picante, las romerías de pueblo, y pasear a la orilla del
mar.
Para ganarse la vida de vez en cuando
hace traducciones.
Profesor de economía
"Facultad de derecho de Féz "
Lahcen Daoudi de nacionalidad marroqui , casado con dos hijos es profesor de economia a la universidad de Fés . licenciatura, D.E.A, Doctorado en siencia ecónomicas a la universidad de Lyon. Es el autor de varios estudios de investigación:
-Estrategias de desarrollo en Marruecos.
-Potencialidades monetarias en el mundo musulmán.(Fés)
-La política financiera .estudio comparativo.(Argel)
-Papel de los musulmanes en la construcción del nuevo orden económico internacional (Barcelona)
-Violencia y democracia en el mundo musulmán (Barcelona)
-Apoyo socioeconómico a la familia (Rabat)
-Estudio de la vivienda(hábitat) y de las actividades en el marco del estudio de factibilidad (PNUD-UNESCO)
Actualmente es jefe del departanento de economía de la Universidad de Fez. Responsable de la formación "Comercio Internacional y Marketing"
Masipag és una empresa lider, dirigida per la comunitat que realitza un esforç per la cria i conservació de larròs i altres vegetals a les Filipines. Va ser fundada al 1986 i ara agrupa 50 granjes rurals mantenint al voltant de 500 grups de varietats vegetals tradicionals i millorades, 534 línies de cria i 75 seleccions darròs estan creixent i serán implantades al voltant de 10,000 granjes en tot larxipielag.
Masipag defensa la propietat daquestes varietats de plantes per part de les comunitats i que mai han desser part o estar subjectes a drets de monopolis privats.
Les llavors de Masipag no son recursos genetics anonims, lliures dendur-sels qui els prengui. Estan enclavats entre la cultura dels granjers, tecnologies i visions del mon, atretes pels sistemes de coneixement indigena. Els granjers de Masipag han adaptat i validat 30 sistemes de plaguicides (especialment en les plagues darròs), 10 sistemes per controlar la germinació, 5 per la fertilitat del sol i 5 per controlar la viabilitat de les llavors.
Masipag defensa que el regim de WTO
TRIP acabarà amb lintercanvi de llavors, els recursos i els coneixements
que permeten a les Filipines mantindre el seu autoabastiment alimentari.
Patentar la vida entra en conflicte amb els valors que sostenen la biodiversitat
com a part de la història comú i ancestral de la gent de
les Filipines.
Age: 38
Educational Background:
|
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| Master of
Arts in Human Geography
(Thesis: Peasant Environmentalism in Southern Negros) |
University of Sydney, Australia | 1997 |
| Bachelor of Arts Major in Economics | University
of the Philippines,
Diliman, Quezon City |
1983, summer |
| Bachelor of Science in Industrial Engineering | University
of the Philippines,
Diliman, Quezon City |
1983, 2nd
semester |
Work Experience:
|
|
|
|
| Executive Director | Farmer-Scientist Partnership, Inc. (MASIPAG) | 1998 to the present |
| Working Board Member | Paghida-et sa Kauswagan Development Group, Inc. | 1990-1995 |
| Community Organizer | Paghida-et sa Kauswagan Development Group, Inc. | 1987-1989 |
| Program Coordinator | Negros Occidental Development Assistance Program, Philippine Business for Social Progress | 1985-1987 |
| Supervising Economic | National Economic Development Authority - Local Resource Management Program | 1983-1985 |
Publications:
"Peasant Environmentalism in Southern Negros". Hirsch and Warren in Politics of the Environment in Southeast Asia, London: Routledge, 1997.
"MASIPAG Experience". Action for
World Development. Rice Beyond the Green Revolution. Sydney, AWD,
1995.
Asistenta Social, nacionalidad peruana.
Otros estudios:
La Lic. Miriam Bustamante tiene 30 años de experiencia profesional formando parte de equipos multidisciplinarios en programas preventivo promocionales del Instituto Peruano de Seguridad Social IPSS, docente durante 4 años en la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad Particular San Martín de Porras y actualmente es docente en la Facultad de Ciencias Sociales Escuela de Trabajo de la Universidad Nacional Federico Villarreal.
Organizadora y Ponente en eventos y programas de capacitación para estudiantes y profesionales del Sector Salud, Alimentación y en el área de las Ciencias Sociales.
Desde hace 8 años trabaja en el Taller de Capacitación Popular "Micaela Bastidas", desarrolla proyectos de Promoción Social y Comunicación Social con Comedores Populares del Cono Norte de Lima y con la Federación de Comedores Populares y Autogestionarios de Lima y Callao FECCPALC.. Desde l994 ocupa el cargo de presidenta de la Asociación.
En el Area de Alimentación
ha desarrollado investigaciones nutricionales, cursos de capacitación
con dirigentas, promoviendo el intercambio comercial entre productores
y comedores.
Participacion en eventos, seminarios y otros
Equipo de Estudios Rurales de La Universidad de La Hábana
Departamento: Desarrollo Económico, Facultad de Economía, Universidad de La Habana.
Categoría Docente: Profesora Auxiliar
Título Académico: Licenciada en Ciencias Filosóficas
Experiencia Profesional: - Profesora de Filosofía, en el Instituto Enrique José Varona, 1977 al 80.
- Profesora de Filosofía de la UH, Facultad de Economía y Facultad de Filosofía e Historia, 1981, al 95
- Profesora de Economía Agropecuaria, Facultad de Economía UH, 1995-97
- Miembro del Equipo de Estudios Rurales, 1984, 1999.
A partir del 97 trabajo a tiempo completo como investigadora en el Equipo de Estudios Rurales, Universidad de La Habana UH. Durante 15 años realizo trabajos de investigación con el Equipo de Estudios Rurales con numerosos artículos publicados en diferentes revistas y publicaciones cubanas y extranjeras.
Ha participado en numerosos Congresos,
Conferencias nacionales e internacionales como coautora o ponente sobre
el tema de las Transformaciones Agrarias en Cuba. A partir de 1989 está
investigando en la temática de Género y Transformaciones
agrarias en Cuba. Participa con Organizaciones femeninas y grupos de mujeres
comunicadoras en numerosos Talleres, Seminarios, Cursos y Conferencias
sobre la temática de género. Asistió a varios Talleres
sobre la Metodología de la investigación con enfoque de género.
Durante los años 1997-98 participó en dos proyectos. El primero
en colaboración con la sociedad de Agricultura Orgánica de
Cuba, (ACAO) y el segundo con el Instituto de Sociología de la Universidad
de Hannover, Alemania y el centro de Estudios de la Economía Cubana
de la Universidad de la Habana.
Introducción:
La urgente necesidad de contribuir al fortalecimiento de la sociedad civil, por medio de una mayor participación social y comunitaria, bajo un marco programático de crear condiciones materiales y humanas para combatir la pobreza y la exclusión social, lleva a la revisión y replanteamiento del actuar de las ONG de desarrollo de la región del Altiplano. Como resultado de esta autoevaluación, se concluye en la necesidad de orientar todo el accionar aislado y disperso, de manera coordinada y articulada. El propósito, aumentar cualitativa y cuantitativamente el impacto de trabajo en todos los aspectos: social, económico, cultural y ambiental.
Dentro de este contexto, después de varios años de trabajo y preparación, se conforma el Movimiento Tzuk Kim pop, como ente de coordinación/articulación. El replanteamiento territorial que el Tzuk Kim pop determina como región de impacto, es el Altiplano Occidental del país y dentro de este territorio, la conformación de siete microrregiones de trabajo.
En el Movimiento Tzuk Kim pop concurrimos organizaciones no gubernamentales con diverso perfil de actividades constituidas por hombres y mujeres; mayas y ladinos; habitantes de áreas urbanas y rurales; campesinos, artesanos y técnicos; con diversa creencia religiosa y práctica política. La ubicación del área en la que desarrollamos nuestro trabajo parte del análisis de la realidad nacional desde la óptica de la pobreza. En este análisis, identificamos al Altiplano Occidental de Guatemala como una "región" en la que se conjugan indicadores señalando un estado crítico de pobreza sobre todo en su población rural y dentro de ella, las mujeres.Los participantes en el Movimiento Tzuk Kim pop, estamos convencidos de que los cambios políticos propiciados a raíz de la negociación entre el Ejército, Gobierno de Guatemala y la Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca --URNG--, materializados en "acuerdos" y en la firma de la paz, firme y duradera, son espacios para la participación de la Sociedad Civil dentro de un nuevo marco de relaciones político-sociales que obligan a todos los guatemaltecos a contribuir a la construcción de una Nueva Guatemala de paz y de justicia social.También convencidos, de que la participación ha de ser de tal forma que potencialice los esfuerzos particulares de personas, grupos, organizaciones sociorurales y organizaciones privadas no gubernamentales con objetivos que consensados deriven en soluciones concretas a problemas concretos. Este esfuerzo aunado a un buen entendimiento de la relación, función y los recursos estatales en cada una de sus instituciones.
Por todo lo anterior, decidimos enfrentar el problema de la pobreza rural en la región desde una visión prospectiva de desarrollo fundamentalmente humano, ecológico, culturalmente sustentable. Evaluamos que la reconstrucción de una sociedad civil rural se constituye imprescindible para sentar las bases de un desarrollo rural alternativo frente a la gravedad de la pobreza en la región. Entendiendo a la sociedad civil rural como el ejercicio pleno de los derechos ciudadanos y culturales; como la libre opción de organización social de diversa naturaleza y carácter; como una efectiva interacción local con las instituciones de Estado ; y sobre todo , como la revitalización del uso del ejercicio poder local desde la representación y el interés comunitarios.
Uno de los grandes logros obtenidos durante este tiempo, es la creación y fortalecimiento de una concepción microrregional y regional, basada en la interrelación de comunidades que cuentan con similitudes en relación a su territorialidad, aspectos geofísicos, cultura, su medio ambiente, comunicación, etc., concepción que en nuestra práctica se concreta en la realización de actividades dirigidas a los grupos sociorurales en la búsqueda de objetivos integrales de desarrollo rural, como la estrategia central que rige nuestro trabajo en la ejecución y sistematización del mismo.
La acción durante este lapso de tiempo, se ha basado en facilitar capacitaciones y en la prestación de servicios a múltiples grupos sociorurales siguiendo una estrategia de formación de recursos humanos locales (promotores, líderes comunitarios), autogestión y sustentabilidad dentro de un marco cultural propio.
Resultados alcanzados a través de la implementación de una metodología participativa que ha posibilitado la acumulación de experiencia y condiciones operativas para seguir fortaleciendo y desarrollando nuestro trabajo.
De los resultados obtenidos hasta la fecha resaltan los siguientes: una mejor comprensión de la realidad comunitaria rural; la capacitación de recursos humanos mayas en metodología participativa, desarrollo microrregional, administración y planeación organizacional y capacitación en la lecto-escritura de sus propios idiomas; capacitación en los idiomas maternos; realización de encuentros-talleres de promotores y de dirigentes de agrupaciones socio-comunitarias; capacitación de mujeres mayas en distintos niveles y promoción de su organización; metodología de coordinación multidisciplinaria; así como el potencial de proyección hacia el objetivo de lograr un mayor impacto en desarrollo y crecimiento rural.
Finalidades del movimiento Tzuk Kim Pop:
El conjunto de actividades se ejecutarán a través de cada una de sus organizacioness componentes como espacios de facilitación para el cumplimiento de los fines y objetivos. El Movimiento velará por la formación permanente de recursos humanos técnicos en diversos campos, encaminará la especificidad de cada integrante por área de especialización, por función o por cobertura geográfica. Asimismo velará por la complementariedad de programas o actividades generales y por el mejor aprovechamiento de los recursos instalados. Promoverá la creación de nuevos espacios organizacionales en toda la región para el logro de la eficiencia operativa y la promoción de la participación de los recursos locales. Definirá las relaciones interorganizacionales (con otras instituciones no gubernamentales y gubernamentales). Sus organizaciones y programas constituyen el medio ejecutor de actividades y programas de trabajo comunitario, por lo que todas conservan su autonomía, sus objetivos y su gestión específica.
Entre las Organizaciones miembros encontramos a:
Metodología general
de trabajo del Tzuk kim pop
La metodología que el Movimiento impulsará se basa en el conocimiento de la problemática nacional regionalizada en términos geográficos, demográficos, políticos, culturales, ambientales y productivos. De esta relación país-región se extrae la priorización de la región del altiplano occidental como área y población meta.Un propuesta para mejorar la operación e impacto de todo el trabajo, nos llevó a determinar, una metodología general basada en el mejor aprovechamiento y potencialización de los recursos con los que se cuenta. Esta metodología considera a la región desde una lógica de microrregiones de concentración. Las microrregiones serán el contexto del trabajo de los grupos sociorurales, las organizaciones de acuerdo al éxito de la convergencia de las actividades, programas y recursos organizacionales. La metodología se inscribe en lo participativo, en el uso didáctico de los idiomas locales, la potencialización de los propios recursos humanos y materiales, y siempre partir de la realidad y del conocimiento grupal.
Región de trabajo
Como región de impacto se prioriza al Altiplano Occidental de Guatemala que lo constituyen 80 municipios localizados a un promedio de 1800 metros sobre el nivel del mar sobre la vertiente norte y sur del macizo montañoso principal de la Sierra Madre. Está habitado por aproximadamente 2,5 millones de habitantes siendo su mayoria mayas de las comunidades lingüisticas Tzutuhil, Kakchikel, K'iche y Mam el resto de su población son Castellanos-ladinos. De toda esta población se calcula que el 80% vive en condiciones de ruralidad, con escasos servicios públicos sanitarios y en una situación multicarencial que los ubica -según datos de CEPAL- por debajo de la línea de pobreza. La actividad económica se enmarca en una agricultura de subsistencia y con actividades complementarias como la producción de artesanías, prestación de servicios en áreas urbanas, trabajo en las plantaciones agrícolas de las tierras bajas y la migración hacia los Estados Unidos.
Documentos elaborados
C.V. de Henry Estuardo Morales
López
Coordinador de Proyectos y Relaciones Internacionales del Movimiento Para el desarrollo Regional Humano y Ecológico, Culturalmente Sustentable en el Altiplano Occidental de Guatemala (TZUK KIM POP). Licenciado en Economía por la Universidad Nacional Autónoma de México, UNAM . Cursando Doctorado en Economía y Ciencias Empresariales: curso Unión Europea (candidato). Universidad Nacional de Educación a Distancia, UNED.
El MST es una organización de campesinos que luchan por la Reforma Agraria. Es un movimiento autónomo dentro del sindicalismo, siendo el movimiento de campesinos más importante de Brasil.
El MST organiza a los campesinos y las campesinas sin tierra para ocupar áreas improductivas. Una vez ocupadas, las defiende y reivindica el derecho a trabajarlas, reclamando la legalización de su explotación tal como prevé la propia Constitución brasileña. La línea política del MST es impulsar, apoyar y desarrollar la cooperación agrícola en los asentamiento como forma de resolver colectivamente los problemas de producción.
El MST es una organización que funciona democráticamente sobre la base de las asambleas de los asentamientos en los que la elección y la renovación de delegados es permanente. Actualmente está organizado en 23 estados.
Dirección de MST
Secretaría Nacional:
Alameda barao de Limeira 1232
CP 01202-002 Sao Paulo SP Brasil
E-mail semterra@mst.org.br
Página web: www.mst.org.br
La Unió de Pagesos és un sindicat professional, nacional català, democràtic, unitari, independent i progressista, on sapleguen els empresaris agraris siguin pagesos, ramaders i silvicultors, homes o dones, que treballin o explotin a temps complert o a temps parcial directament la terra o les granges, com a propietaris, arrendataris, parcers, masovers o sota qualsevol altre règim de tinença o relació contractual (integrats), sense cap mena de discriminació per motius de sexe, ideològics, religiosos o polítics.
Pep Riera : Coordinador Nacional
de la Unió de Pagesos.
Organización de 18 años de existencia que aglutina a 132 comunidades perteneciente a las nacionalidades Quichua, Záparo y Siwiar de Pastaza en Ecuador.
Froilan Viteri Gualinga es Lcdo.
Lingüística y Antropología, es integrante del equipo
Técnico de la Planificación Ambiental de la OPIP.
Economista y profesor de secundaria.
Vocal de Comercio Justo de Sodepaz/Sodepau
